Mobilização em Combate a Violência Contra a Mulher

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De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Patrícia Galvão, em agosto de 2013, uma em cada cinco mulheres consideram já ter sofrido alguma vez algum tipo de violência de parte de algum homem, conhecido ou desconhecido.  O parceiro (marido ou namorado) é o responsável por mais de 80% dos casos reportados.
 
E é de olho nessas estatísticas que a Pastoral da Mulher assume esse compromisso de conscientização da população e debates sobre o tema, pois acredita que através da informação e sensibilização social podemos ajudar a mudar essa triste realidade.
 
Pensando assim, que dos dias 22 à 29 de Novembro a  Pastoral da Mulher de Juazeiro realizará uma mobilização na cidade em prol ao Combate a Violência contra a Mulher (alusivo ao dia 25 de Novembro- Dia de Luta).

Todas as agentes da Pastoral, mulheres atendidas e voluntárias da Pastoral da Mulher de Petrolina irão participar desse ato de conscientização.
 
Serão feitas abordagens à população e entregues panfletos e calendários de 2014.

CRONOGRAMA:
22/11(sexta-feira)– 16:30h
Orla de Juazeiro

23/11(sábado)– 09:00h às 12:00h
Feira Livre

25/11 (segunda)– tarde
Terminal de ônibus

26/11(terça-feira)– manhã
Mercado do Produtor

29/11 (quarta-feira)-manhã
Mercado Popular

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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