ONU Mulheres ensina o caminho para “chegar” sem forçar a barra no Carnaval

Compartilhar


Na contramão da polêmica campanha de Skol, as Nações Unidas lançam uma sobre o Carnaval, época em que o xaveco está liberado e incentivado, mas em que “não” continua significando “não”.
 
Com foco na rapaziada, a peça – um fluxograma com potencial ~viral~ nestas redes sociais que tanto gostamos, em JPG e vídeo – reforça que “chegar” não significa forçar a barra e que dá para se divertir do mesmo jeito (ao contrário daqueles que afirmam que o mundo anda tão chato hoje em dia).
 
“Como festa de rua, o carnaval é o momento em que as pessoas se relacionam e se permitem a viver com intensidade. Esse clima precisa ser mantido para mulheres e homens. Por isso, a campanha entra no clima da diversão e propõe práticas que respeitem os limites dados pelas mulheres, como propõe a Plataforma de Ação de Pequim que completa 20 anos neste 2015.”, explica Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil.

Cartaz-RJ_A3_horiz
Acompanham a campanha outras peças que estão sendo divulgadas pelo Facebook, estas voltadas às mulheres:

CARTAZ2

 CARTAZ3

 
Assinam a campanha as Nações Unidas, com coordenação da ONU Mulheres Brasil e apoio institucional das Secretarias de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) e do Município do Rio de Janeiro (SPM-Rio). A criação (pro bono) é da Propeg.
 
O B9 e este articulista desejam um bom carnaval aos leitores-foliões, reforçando o tópico do respeito às mulheres. Deixamos aqui outras recomendações da ONU: Procurar serviços de apoio em caso de constrangimentos e crimes, como o Ligue 180 (Central de atendimento à Mulher), e usar camisinha se o xaveco rolar.

Fonte: Geledés Instituto da Mulher Negra
 13/2/2015

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
Compartilhar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *