A violência sofrida por mulheres que exercem a prostituição foi discutida em um seminário em juazeiro

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CENTENAS DE MULHERES ESTIVERAM REUNIDAS EM JUAZEIRO PARTICIPANDO DE UM DEBATE SOBRE A VIOLÊNCIA QUE ATINGE AS MULHERES QUE TRABALHAM COMO PROSTITUTAS NA CIDADE.

O SEMINÁRIO COM O TEMA VIOLÊNCIA NO EXERCÍCIO DA PROSTITUIÇÃO: INVISIBILIDADES E CONTRADIÇÕES, FOI REALIZADO NA NOITE DA ÚLTIMA QUARTA-FEIRA (22/11) E DURANTE TODO O DIA DE ONTEM (23/11) NO CENTRO DE CULTURA JOÃO GILBERTO.
A INICIATIVA FOI DA PASTORAL DA MULHER DA DIOCESE DE JUAZEIRO, COM O OBJETIVO DE SENSIBILIZAR E DIALOGAR COM A SOCIEDADE SOBRE A VIOLÊNCIA SOFRIDA PELAS MULHERES QUE EXERCEM A PROSTITUIÇÃO. DURANTE O SEMINÁRIO FOI EXIBIDO UM VÍDEO DOCUMENTÁRIO PRODUZIDO PELA PASTORAL COM DEPOIMENTOS DE QUEM PASSOU POR VIOLÊNCIA NO EXERCÍCIO DESSA PROFISSÃO.
ENTRE AS PALESTRANTES PARTICIPARAM A ADVOGADA FEMINISTA LAINA CRISÓSTOMO SOUZA DE QUEIROZ, COORDENADORA DA ONG TAMO JUNTAS, QUE PRESTA ASSISTÊNCIA À MULHERES QUE SOFREM VIOLÊNCIA NA CIDADE DE SALVADOR; A COORDENADORA DO GRUPO DE ESTUDOS FEMINISTAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO NORTE, ELBÊNIA NERIS; A DELEGADA DA MULHER DE JUAZEIRO, ROSINEIDE MOTTA MEDRADO; A DELEGADA REGIONAL DE JUAZEIRO, LÍGIA NUNES DE SÁ E A REPRESENTANTE DA MARCHA MUNDIAL DE MULHERES TAINÁ DE MENEZES.
PARA A COORDENADORA DA PASTORAL DA MULHER, FERNANDA LINS, O OBJETIVO DE TIRAR ESSA TEMÁTICA DA INVISIBILIDADE FOI ALCANÇADO. “RESSALTO QUE AINDA É NECESSÁRIO CONTINUAR NA LUTA POR UMA SOCIEDADE MAIS IGUALITÁRIA PARA AS MULHERES E ONDE SEUS DIREITOS SEJAM GARANTIDOS. E DESTACO A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO CONJUNTO E EM REDE PARA O ENFRENTAMENTO DESSE PROBLEMA.” FRISOU FERNANDA.

POR JOSENALDO RODRIGUES
FOTOS: PASTORAL DA MULHER

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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