Notificação de Violência: É Lei, É Cuidado, É Transformação

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Junto a diversas instituições de Juazeiro, a Pastoral da Mulher participou de uma reunião com a Vigilância Epidemiológica para analisar os dados de violência notificados no município entre os anos de 2020 e 2024.

Durante o encontro, reforçou-se que todas as instituições que identificarem situações de violência — como saúde, assistência social, educação e segurança pública — têm o dever legal de notificar. Notificar é uma ação essencial para garantir a proteção das vítimas e fortalecer a atuação da rede.

O que deve ser notificado?

  • Violência física
  • Violência psicológica
  • Violência sexual
  • Tortura
  • Negligência/abandono
  • Violência autoprovocada
  • Tráfico de pessoas
  • Trabalho infantil
  • Violência contra idosos e pessoas com deficiência
  • Violência institucional

A notificação é obrigatória por lei, rompe o silêncio e assegura o encaminhamento e acompanhamento adequados.
Além disso, os dados gerados a partir dessas notificações são fundamentais para a construção de políticas públicas eficazes, com base na realidade local.

Notificar é romper o silêncio.
É cuidar.
É proteger.
É transformar realidades.


Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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