Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher

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A Pastoral da Mulher segue integrando o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher reafirmando seu compromisso com a causa feminina. O conselho realizou nesta terça-feira (17) a eleição das instituições da sociedade civil que irão compor o biênio 2025/2027.

A permanência da instituição é relevante porque os conselhos são espaços legitimados para participação democrática na formulação e fiscalização de políticas públicas voltadas às mulheres. Isto significa que a voz das mulheres em situação de vulnerabilidade — principal público com que a Pastoral trabalha — pode ser ouvida diretamente na construção de políticas públicas municipais, contribuindo para que essas políticas sejam mais sensíveis às necessidades reais dessas mulheres.

Para Fernanda Nunes, psicóloga e membro da Pastoral, a participação da instituição é essencial: “O CMDDM é uma ferramenta fundamental no apoio a mulheres em situação de vulnerabilidade social, promovendo direitos, proteção e oportunidades. A presença da Pastoral da Mulher fortalece o trabalho coletivo e garante que as vozes das mulheres atendidas sejam ouvidas e valorizadas.

Acesse @redeoblatabrasil e @casa.dos.conselhos.juaba para saber mais sobre a importância da participação e atuação nos conselhos municipais.


Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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