Uma nova atividade despertou o interesse das mulheres assistidas pela Pastoral da Mulher: a ventosaterapia.
Essa prática milenar foi realizada por várias civilizações, não se sabe ao certo quando ela iniciou. Quando surgiu utilizavam-se chifres de animais como ventosa e fogo para ajudar na fixação e sucção da pele. Hoje em dia já existem ventosas de acrílico, vidro, silicone e bambu. É muito conhecida na China por fazer parte da medicina tradicional chinesa. Já no Brasil ela é usada como uma alternativa e um complemento dos tratamentos convencionais da medicina.

A ventosa é um excelente analgésico, atuando no alívio de dores como ciatalgia, lombalgia, cervicalgia, dores de cabeça, cólica menstrual, dores causadas por inflamações articulares, entre outras. Ajuda a melhorar a qualidade do sono, alivia a ansiedade, irritabilidade, estresse, tem grande efeito atenuante nos sintomas da fibromialgia, ajuda a aliviar os efeitos da gestação como inchaço, dores nas pernas e lombar, entre outros.
A resposta fisiológica do corpo através da pressão a vácuo feita com as ventosas consiste no aumento da circulação sanguínea local, proporcionando a oxigenação e nutrição do músculo, causando relaxamento e redução das dores musculares. Ocorre também a eliminação de toxinas acumuladas no local de tensão. Mas como o alívio da dor e todas essas reações fisiológicas acontecem? Através da liberação de substâncias, através dos comandos do no nosso sistema nervoso. Assim ela tem ação física curando as dores físicas, mental aliviando as dores emocionais e energética desbloqueando as energias do nosso corpo, “afinal somos pura energia”, destaca Larissa Rayane, estudante de Fisioterapia (UPE), terapeuta em formação e voluntária da Pastoral da Mulher. E continua: “A vivência como terapeuta voluntária na Pastoral da mulher tem sido incrível e de grande importância para mim, devido às experiências e capacitação, e para as mulheres em relação ao seu autocuidado e qualidade de vida”.

Para Fernanda Nunes, psicóloga e educadora social na Pastoral da Mulher, “as práticas integrativas visam complementar o atendimento psicológico, proporcionando um trabalho mais integrado, corpo e mente”
Fonte: Pastoral da Mulher