Pastoral da Mulher de Juazeiro é eleita Presidente do Conselho de Assistência Social

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No último dia 24 de maio, a Pastoral da Mulher de Juazeiro, Unidade Oblata no Vale do São Francisco, foi eleita para a Presidência do Conselho de Assistência Social de Juazeiro/BA, representando a sociedade civil. A função de Presidente será assumida por Fernanda Lins, coordenadora da Pastoral da Mulher, representante do Instituto das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, da qual a instituição é vinculada. A vice-presidência será assumida por Jussara Rêgo, gerente de proteção básica do município de Juazeiro/BA.

O Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) é o órgão que reúne representantes do governo e da sociedade civil de composição plural e paritária, para discutir, estabelecer normas e fiscalizar a prestação de serviços sociais públicos e privados no Município. A criação dos conselhos municipais de assistência social está definida na Lei Orgânica da Assistência Social – Lei 8.742/1993, e são os principais canais de participação popular encontrada nas três instâncias de governo (federal, estadual e municipal).
 
“Temos claro que o CMAS está formalmente consolidado enquanto instância de controle social da política de Assistência Social, ou seja, um espaço de democracia participativa, onde a sociedade civil, cidadãos e cidadãs exercem a fiscalização sobre a esfera pública estatal. Daremos continuidade ao trabalho sério e responsável que sempre caracterizou esse Conselho, fortalecendo a participação das/os conselheiras/os na condução do acompanhamento da Política de Assistência Social”, destacou Fernanda Lins.
 
Desta forma, mais uma etapa foi conquistada pela Pastoral da Mulher de Juazeiro, que mantém a missão de defender e garantir os direitos das mulheres em situação de prostituição, alicerçados na Missão das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor.
 

Fonte: Pastoral da Mulher de Juazeiro / AssCom

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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