#nossasfortesmulheres

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No mês de março estamos homenageando algumas de nossas fortes mulheres, representando a fantástica equipe que se dedica de coração à nossa missão #oblata, seguindo firme na luta por um mundo mais justo, humano e solidário. Confira a entrevista pingue-pongue com Fernanda Maria Lins e Silva.
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Fernanda: força, compromisso e amor à vida. Ela acredita que um mundo melhor é possível e está engajada na luta por uma sociedade mais justa para todas as mulheres. Apaixonada pela pela sua missão como Assistente Social, soma forças na coordenação da Pastoral da Mulher, nosso projeto #oblata em Juazeiro da Bahia.
 
Ser Mulher: ser Forte.
Um sonho: menos feminicídios.
Lugar de mulher é: onde ela quiser!
Felicidade: Ser mãe, ser filha, ser mulher.
Tristeza: desigualdades sociais, falta de oportunidades.
Uma palavra que te define: Compromisso.
Uma mulher (que admira): Antonia.
O que te move/inspira na vida? Lutar por uma sociedade mais igualitária.
Um grito (pelos direitos das mulheres): Resistir e lutar, até que sejamos livres!
O Brasil precisa de: políticas públicas efetivas.
Missão Oblata: acreditar na mulher como protagonista de sua história, sem discriminação.
 
Uma mensagem: “É caminhando que se faz o caminho.”
 
 
 

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Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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