Saúde MentalSensibilização

A importância da escuta na prevenção ao suicídio

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A OMS reconhece o suicídio como uma prioridade de saúde pública. Informa também que o suicídio atualmente é o segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos em todo o mundo.

O tema é delicado, mas desejamos destacar a importância em abordá-lo na sociedade, possibilitando que as pessoas falem sobre o que sentem. Para os ouvintes, deve existir a postura acolhedora, convidando o sujeito a falar sobre seu sofrimento, através de uma escuta atenta, interessada e livre de julgamentos ou preconceitos.

Com o objetivo de levar informação às mulheres assistidas e buscando a prevenção do suicídio, a Pastoral da Mulher – Rede Oblata em Juazeiro – BA contou com a parceira da psicóloga Marcilene Silva Martins, que abordou o tema com linguagem simples e acessível, apresentando alguns relatos do cotidiano para que os aspectos psicológicos recebam sua devida importância e atenção.

No Brasil, o CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (basta discar 188), email e chat 24 horas todos os dias.

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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