Baiana recebe prêmio que estimula mulher negra contar sua história

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Ativista da luta pela garantia dos direitos das trabalhadoras domésticas na Bahia, Creuza Maria Oliveira, foi uma das vencedoras do prêmio ‘Mulheres Negras Contam sua História”, criado pelas secretarias de Políticas para as Mulheres (SPM) e de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), ambas vinculadas à da Presidência da República. A cerimônia de premiação aconteceu nesta terça-feira (23), em Brasília, sob a presidência das ministras Eleonora Menicucci e Luiza Bairros, respectivamente.
 
a iniciativa teve como objetivo estimular a reflexão acerca das desigualdades vividas pelas mulheres negras no seu cotidiano, no mundo do trabalho, nas relações familiares, além de outras experiências de superação da violência e do racismo. O concurso selecionou redações e ensaios que contam as histórias de vida do segmento na construção do país. Os textos serão publicados em livro ainda este ano.
 
 A titular da SPM da Bahia, Lúcia Barbosa, destacou a trajetória e a luta sindical de Creuza, que atualmente preside a Federação Nacional dos Trabalhadores Domésticos (Fenatrad) e teve participação decisiva para a recente aprovação da PEC das Trabalhadoras Domésticas.
 
categoria vive um momento de conquista histórica, de garantia de direitos. O prêmio vem em um bom momento, representando também o reconhecimento ao trabalho dessa liderança e ao esforço das demais trabalhadoras”, disse a secretária.
 
 

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As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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