Agentes da Pastoral da Mulher fazem formação sobre a CF 2014 em Curaçá

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A equipe da Pastoral se deslocou até a cidade para fortalecer a Campanha da Fraternidade.
 

No dia 25 de março, a equipe da Pastoral da Mulher de Juazeiro, formada por Fernanda Lins – Coordenadora, Railane Delmondes – Educadora Social e Josimar Fernandes, esteve no município de Curaçá, há 93 km de Juazeiro, para realizar uma formação sobre a Campanha da Fraternidade 2014, que tem como tema: “Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1).
 
A convite do Padre João Mendes, da Paróquia Bom Jesus da Boa Morte – Curaçá/BA, a equipe da Pastoral se deslocou até a cidade para fortalecer a Campanha da Fraternidade 2014, quando a Igreja Católica se une a essas iniciativas, no intuito de potencializá-las e suscitar, em suas comunidades, reflexões e ações de combate a esta chaga social, de vulnerabilidade ao tráfico, de prevenção, proteção e inserção; observando-se o respeito à dignidade do ser humano e o implemento dos direitos humanos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais no convívio familiar, comunitário e social.
 
Lembrando-se das palavras do Papa Francisco, que diz: “O tráfico de pessoas é uma atividade ignóbil, uma vergonha para as nossas sociedades que se dizem civilizadas! O tráfico humano é uma das questões sociais mais graves da atualidade. Não há país livre do tráfico de pessoas, seja como ponto de origem do crime, seja como destino dos traficados”, após a discussão, as pessoas presentes na formação, citaram casos que podem retratar o tráfico para fins de exploração sexual, principalmente de adolescentes na cidade e se comprometeram em continuar as discussões e cobrar das autoridades municipais, estaduais e federais, um posicionamento nesses casos.
 
Fernanda Lins, Railane Delmondes e Josimar Menezes

Fonte: Pastoral da Mulher de Juazeiro

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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