Equipe da Pastoral da Mulher de Juazeiro/BA debate sobre o Plebiscito Popular 2014

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Plebiscito é um instrumento da democracia direta onde o povo vota para aprovar ou não uma questão.
Já o Plebiscito Popular não tem valor legal, mas exerce uma forte pressão politica e social, permitindo que milhões de brasileiros e brasileiras expressem a sua vontade politica.
O mesmo é organizado por movimentos sociais e todos os cidadãos e cidadãs que quiserem trabalhar para que ele seja realizado, sendo muito representativo porque é organizado pelo povo.
Assim desde agosto 2013, diversos movimentos sociais, sindicatos e organizações se juntaram para debater e organizar o processo que culminará na votação, na Semana da Pátria, de 1 a 7 de setembro de 2014, com a única pergunta “Você é a favor de uma constituinte exclusiva e soberana do sistema político?
Desta forma, no dia 21 de Julho 2014, a equipe da Pastoral da Mulher realizou debate sobre a temática juntamente com Jucy Carvalho (RECID/PE), Maria Natalia (Pastoral da Juventude/PE) e Taisa Magalhães (Marcha Mundial das Mulheres), onde ficou firmado que será formado um Comitê na Pastoral da Mulher, onde acontecerão formações, debates com as mulheres atendidas na sede e nas comunidades, finalizando com a votação.
Com isso as mulheres poderão expressar a sua vontade politica e exercer sua cidadania.
Fonte: Pastoral da Mulher de Juazeiro

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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