Integrantes da banda New Hit são condenados a 11 anos de prisão

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 Eles foram acusados de estuprar duas fãs adolescentes em agosto de 2012 no interior da Bahia; de acordo com informações do MP, o ato foi cometido repetidas vezes, com uso de extrema violência contra as garotas.
 
Por Revista Fórum
 
Os integrantes da banda de pagode New Hit foram condenados a 11 anos e 8 meses de reclusão nesta quarta-feira (6). Eles são acusados de estuprar duas fãs adolescentes em agosto de 2012. A denúncia foi feita à época pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Além de nove membros da banda, o MP também denunciou o ex-policial militar Carlos Frederico Santos de Aragão, que foi exonerado após acusação de conivência no crime.
 
Ele foi condenado à mesma punição dos outros envolvidos, segundo a sentença proferida pela juíza Márcia Simões Costa, da Vara Crime da cidade de Ruy Barbosa, no interior da Bahia. Conforme a decisão, os condenados devem cumprir a pena em regime fechado, mas poderão permanecer em liberdade até que todos os recursos sejam julgados.
 
Relembre o caso
 
Na madrugada do dia 26 de agosto de 2012, os integrantes do grupo receberam duas adolescentes de 16 anos para sessão de fotos no ônibus da banda após um show. Consta na decisão da juíza que “tão logo começaram a posar para as fotos ao lado dos ídolos, foram surpreendidas com atitudes libidinosas”. De acordo com informações do MP, o estupro foi cometido repetidas vezes e em alternância entre os rapazes, com ações de extrema violência. O caso mobilizou militantes feministas, que cobraram rigor na punição do crime.
 
Foto de capa: Divulgação

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As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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