Cirandas Parceiras se reúne com as Gestoras da Rede de proteção social

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A Pastoral da Mulher convidou, no dia 30 de junho, gestores dos serviços socioassistenciais do município de Juazeiro para um café da manhã e uma roda de conversa sobre a importância da articulação social no processo de garantia de direitos dos usuários da Política de Assistência Social. Estiveram presentes as coordenadoras dos Centros de Referência em Assistência Social – CRAS – Malhada da Areia, Tabuleiro, a psicóloga do CRAS João Paulo II, além das superintendente de Proteção social Básica e Especial da Secretaria De Desenvolvimento Social.

O chamado teve como propósito estreitar os laços entre a Pastoral e essas instituições, através da sensibilização a respeito da nossa atuação com mulheres em contexto de prostituição e vulnerabilidades sociais e a importância da integração de toda a rede de políticas públicas e não governamentais para uma efetiva proteção social do público assistido por cada serviço.


Na oportunidade, ressaltamos a relevância do grupo Cirandas Parceiras, que desde 2015 promove espaços de estudos de casos, discussões sobre temáticas que permeiam e desafiam os profissionais que atuam no campo socioassistencial, além de proporcionar a desburocratização dos encaminhamentos, permitindo maior agilidade na resolutividade de demandas apresentadas.

“Na caminhada da garantia de direitos não podemos andar sozinhos. É preciso pensar de forma abrangente e coletiva e plantar ao longo desse caminho sementes de conhecimento, empatia, solidariedade, acolhimento e troca de saberes, motivados por um ideal comum: a transformação social e a emancipação dos sujeitos”, destaca Anna Lícia, Assistente Social da Pastoral da Mulher.

As reuniões do Cirandas, no segundo semestre, com a participação dos profissionais, darão continuidade ao processo de articulação interdisciplinar, que se faz de forma contínua.

Texto: Pastoral da Mulher

Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais da Pastoral da Mulher – Unidade da Rede Oblata Brasil, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais. 
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